PERFIL DOS JOGADORES
Talento, experiência e novas estrelas no Rio Open 2026
O Rio Open 2026 apresenta um line-up diverso e que promete jogos disputados. O número 5 do mundo Lorenzo Musetti encabeça a lista, que reúne oito tenistas do Top 50 da ATP. Único brasileiro classificado diretamente, a sensação João Fonseca surge como o quarto melhor ranqueado do elenco, ao lado de nomes consagrados como Matteo Berrettini, ex-número 6 do mundo e finalista de Wimbledon em 2021, e do carismático francês Gaël Monfils, que recebeu wild card da organização e incluiu o Rio Open em sua rota de despedida do circuito profissional.
O torneio também conta com o atual bicampeão, Sebastián Báez, que vive grande fase e chega ao Rio em busca do tricampeonato após um início de temporada consistente. A lista de inscritos ainda traz campeões do torneio, como Cristian Garín (2020) e Laslo Djere (2019), além de nomes em ascensão e já consolidados no circuito, como Francisco Cerúndolo, os italianos Luciano Darderi e Lorenzo Sonego, e o jovem peruano Ignacio Buse, reforçando a diversidade e a competitividade do maior torneio de tênis da América do Sul.
“Estamos muito animados para ver o João Fonseca em ação, em casa, com esse novo status no circuito. Ano passado ainda era tudo muito novo. Hoje ele é um jogador estabelecido entre os melhores. Esse ano também vamos nos emocionar com o Monfils se despedindo e escolhendo o Rio para fazer parte dessa turnê e ver o Musetti no seu melhor momento, além de ter a oportunidade de descobrir novas histórias, novos personagens e continuar desenvolvendo o tênis no Brasil.” disse Luiz Procopio Carvalho, Diretor do Torneio.
FRANCISCO CERÚNDOLO (ARG)
Ranking atual: 21º
Francisco Cerúndolo alcançou o melhor ranking da carreira, nº 18, em maio de 2025, após chegar à semifinal do ATP Masters 1000 de Madri, campanha que incluiu vitória sobre o nº 2 do mundo, Alexander Zverev.
Entrou no Top 100 e no Top 50 em 2022, avançou ao Top 20 em 2024 e consolidou o auge em 2025. Em julho de 2022, chegou ao Top 25 ao vencer o nº 5 Casper Ruud rumo ao primeiro título de ATP Tour, em Båstad, e derrotar o nº 8 Andrey Rublev até a semifinal de Hamburgo, em semanas consecutivas. Em Miami 2022, como nº 103, tornou-se o semifinalista de ranking mais baixo na história do torneio e o primeiro a alcançar a semifinal em sua estreia em um Masters 1000 desde 2012. Conquistou o segundo título em Eastbourne 2023, tornando-se o primeiro argentino campeão em grama desde 1995. No saibro em 2024, chegou pela segunda vez seguida à 4ª rodada de Roland Garros, venceu Zverev para alcançar as quartas de Madri e levantou o terceiro título, em Umag. Soma 73–36 no Challenger (5–1 em finais), com sequência 17–2 no fim de 2020 (Split, Guayaquil e Campinas).
Filho de Alejandro, ex-profissional nos anos 1980, e Maria Luz, Francisco começou a jogar aos 5 anos na academia da família em Buenos Aires. É irmão de Juan Manuel, também do ATP Tour, e de Maria Constanza, campeã olímpica juvenil no hóquei em 2018. Tem forehand como golpe favorito, prefere o saibro, tem como maior ídolo Roger Federer e David Nalbandian, e torce para o River Plate.
LUCIANO DARDERI (ITA)
Ranking atual: 25º
Nascido na Argentina e representando a Itália no circuito profissional por cidadania italiana herdada do pai, Luciano Darderi é atualmente nº 25 do mundo no ATP Rankings e vive o melhor momento de sua carreira, com três títulos de ATP Tour conquistados em 2025.
Ex-Top 10 do ranking juvenil, Darderi iniciou a temporada de 2024 como nº 128 do mundo, entrou no Top 100 em fevereiro e no Top 50 em maio. Conquistou seu primeiro título de ATP Tour em Córdoba, derrotando Facundo Bagnis na terceira final entre dois qualifiers desde a criação do ATP Tour, em 1990. Em 2025, viveu a melhor fase da carreira ao levantar os troféus de Marrakech, Båstad e Umag, sendo os dois últimos em semanas consecutivas, em julho. No circuito Challenger, soma 90 vitórias e 61 derrotas (3–3 em finais), com títulos em Todi (2023), Lima-2 (2023) e Perugia (2024).
Começou a jogar tênis aos 4 anos, em Villa Gesell, na Argentina, orientado pelo pai, Luciano Enrique Darderi, ex-tenista profissional e seu atual treinador, que o acompanhou ao longo de toda a formação. Inspirado por Juan Martín del Potro, tem Roger Federer como ídolo no tênis e Lionel Messi como atleta favorito. Seu golpe preferido é o forehand, a superfície favorita é o saibro, o torneio preferido é Roland Garros e sua cidade favorita no circuito é Roma.
JOÃO FONSECA (BRA)
Ranking atual: 32º
Campeão do Next Gen ATP Finals, ex-número 1 do mundo no ranking juvenil, alcançou o melhor ranking da carreira, nº 24, em novembro de 2025, após a conquista do ATP 500 da Basileia, chamando atenção do mundo como sendo um dos principais nomes da nova geração do tênis.
Atual número 32 do mundo e número 1 do Brasil, Fonseca é destaque de sua geração e o mais jovem tenista dentro do top 100. Em 2025, viveu a temporada mais marcante da carreira. Conquistou dois títulos de ATP Tour, o ATP 250 de Buenos Aires, no saibro, e o ATP 500 da Basileia, em quadra dura indoor, além dos títulos de Challenger 125 de Camberra e Challenger 175 de Phoenix, ambos em quadra dura. Teve uma das maiores evoluções do circuito, subindo 121 posições no ranking da ATP e encerrando o ano como nº 24 do mundo, após iniciar a temporada na 145ª colocação. Disputou os quatro torneios de Grand Slam, com destaque para as campanhas em Wimbledon e Roland Garros, onde alcançou a terceira rodada, e foi finalista do prêmio ATP de Maior Evolução do Ano. No fim de 2026, encerrou a temporada lidando com uma lombalgia, que exigiu pausa e tratamento.
Criado a poucos minutos do local onde acontece o Rio Open, João Fonseca cresceu jogando no Rio de Janeiro Country Club, onde sua mãe o levava para treinar no saibro. Assistiu a Rafael Nadal de perto no Rio em 2014 e mantém relação próxima com Gustavo Kuerten, com quem teve contato na Copa Davis em 2024. Em 2023, foi convidado como hitting partner do Nitto ATP Finals, treinando com alguns dos melhores jogadores do mundo.
SEBASTIÁN BÁEZ (ARG)
Ranking atual: 36º
Sebastián Báez entrou no Top 20 em março de 2024 após conquistar títulos consecutivos no Rio de Janeiro e em Santiago, alcançou o melhor ranking da carreira, nº 18, em junho de 2024, e é o atual bicampeão do Rio Open (2024 e 2025).
Báez foi nº 1 do mundo no juvenil em março de 2018, chegou à final juvenil de Roland Garros e conquistou a medalha de ouro nas duplas nos Jogos Olímpicos da Juventude, ao lado de Díaz Acosta, em Buenos Aires. Em 2021, entrou no Top 300, Top 200 e Top 100, com retrospecto de 6–3 em finais de Challenger. Conquistou seu primeiro título de ATP Tour em Estoril 2022, derrotando Frances Tiafoe na final. Em 2023, chegou à primeira final de ATP 500, no Rio Open, e encerrou o ano com o título de Buenos Aires. Em 2024, viveu a melhor fase da carreira ao conquistar títulos consecutivos no Rio Open e em Santiago, entrando no Top 20 pela primeira vez. Em 2025, defendeu o título no Rio Open, tornando-se bicampeão do torneio.
Começou a jogar tênis aos 4 anos, incentivado pelo pai, que também praticava o esporte. Tem o saibro como superfície favorita e o backhand como golpe preferido. Cresceu idolatrando David Nalbandian e Rafael Nadal. Fora das quadras, gosta de futebol e torce para o River Plate.
MATTEO BERRETTINI (ITA)
Ranking atual: 37º
Ex-número 6 do mundo, Matteo Berrettini alcançou o melhor ranking da carreira em janeiro de 2022, após uma temporada de 2021 marcada pela final de Wimbledon, onde foi derrotado por Novak Djokovic, e pela semifinal do US Open.
Berrettini é dono de nove títulos de ATP Tour, incluindo o Queen’s Club em 2021 e 2022, tornando-se o primeiro jogador desde Boris Becker (1985) a vencer o torneio em anos consecutivos. Em 2019, chegou à semifinal do US Open, sua melhor campanha em Grand Slams até então. Em 2021, viveu a melhor temporada da carreira, com a final de Wimbledon e a semifinal do US Open, além de liderar a Itália à final da Copa Davis. Em 2024, após período afastado por lesões, conquistou os títulos de Marrakech e Gstaad, sinalizando retorno ao topo.
Começou a jogar tênis aos 8 anos e tem o saque como golpe favorito. Prefere a grama e tem Wimbledon como torneio preferido. Cresceu idolatrando Rafael Nadal e Roger Federer. Fora das quadras, gosta de moda e é embaixador de marcas de luxo. Torce para a Roma no futebol.
LORENZO SONEGO (ITA)
Ranking atual: 53º
Lorenzo Sonego alcançou o melhor ranking da carreira, nº 21, em junho de 2021, após conquistar seu segundo título de ATP Tour em Cagliari e chegar às quartas de final de Roland Garros.
Sonego conquistou seu primeiro título de ATP Tour em Antalya 2019 e o segundo em Cagliari 2021. Em Roland Garros 2020, alcançou as quartas de final, sua melhor campanha em Grand Slams. Em 2021, derrotou Novak Djokovic nas quartas de final de Viena, uma das maiores vitórias de sua carreira. Soma mais de 100 vitórias no circuito Challenger, com seis títulos na categoria.
Nascido em Turim, começou a jogar tênis aos 11 anos. Tem o forehand como golpe favorito e prefere o saibro. Cresceu idolatrando Rafael Nadal. Fora das quadras, gosta de futebol e torce para a Juventus.
PEDRO MARTÍNEZ (ESP)
Ranking atual: 60º
Pedro Martínez alcançou o melhor ranking da carreira, nº 40, em maio de 2024, após conquistar seu segundo título de ATP Tour em Santiago, derrotando Sebastián Báez na final.
Martínez conquistou seu primeiro título de ATP Tour em Santiago 2022, vindo do qualifying. Em 2024, voltou a vencer o torneio chileno, consolidando-se como especialista em saibro sul-americano. Em 2025, somou pontos importantes ao chegar à terceira rodada de Roland Garros, à segunda rodada do Australian Open, às quartas de final do ATP 500 de Roterdã e à semifinal do ATP 250 de Buenos Aires. Também conquistou o título do Challenger de Bengaluru, resultados que sustentaram sua melhor posição no ranking.
Começou a jogar tênis aos seis anos no Club de Tenis Alzira. Seu melhor golpe é o drop shot e sua superfície preferida é o saibro. Seu ídolo no tênis é o compatriota David Ferrer. Também gosta de futebol e torce para o Real Madrid e para Cristiano Ronaldo. Gosta de passar tempo com seus sete cães, um deles resgatado durante o Challenger de Santiago (Scooby).
MARIANO NAVONE (ARG)
Ranking atual: 74º
Entrou no Top 200 em junho de 2023, no Top 100 em fevereiro de 2024 e no Top 50 em abril do mesmo ano, alcançando o melhor ranking da carreira, nº 29, em junho de 2024, após conquistar o sexto título de Challenger, em Cagliari. Em Roland Garros 2024, tornou-se o primeiro jogador da Era Aberta a estrear em uma chave principal de Grand Slam já como cabeça de chave e derrotou o ex-nº 10 do mundo Pablo Carreño Busta na primeira rodada. Ainda em 2024, conquistou sua primeira vitória em nível ATP Tour e, vindo do qualifying, avançou às primeiras quartas de final, semifinais e final da carreira no Rio Open, além de chegar à sua segunda final do ano em Bucareste. Em 2025, obteve a maior vitória da carreira ao derrotar o nº 12 Holger Rune para alcançar as quartas de final de Buenos Aires, antes de desperdiçar dois match points contra o futuro campeão João Fonseca.
Começou a jogar tênis aos 3 anos, influenciado pelos pais e pela irmã, que também praticavam o esporte. É fã de Novak Djokovic e David Nalbandian, cujo backhand considera especial. Fora das quadras, gosta de basquete e futebol e torce para o Argentinos Juniors.
ALEJANDRO TABILO (CHI)
Ranking atual: 79º
Chileno nascido em Toronto, entrou no Top 100 em fevereiro de 2022 e alcançou o melhor ranking da carreira, nº 19, em julho de 2024, após derrotar o nº 1 do mundo Novak Djokovic — a maior vitória da carreira — no caminho até sua primeira semifinal de um ATP Masters 1000, em Roma. Conquistou seu primeiro título de ATP Tour em Auckland 2024, vindo do Qualifying. Em 2024 conquistou o título em Mallorca, tornando-se o primeiro chileno da Era Aberta a conquistar um título em quadra de grama. Salvou dois match points para derrotar o nº 9 do mundo Lorenzo Musetti na final de Chengdu 2025, garantindo o terceiro título de ATP Tour da carreira. Em Grand Slams, estreou em chaves principais no Australian Open 2020 e alcançou sua primeira terceira rodada em Wimbledon 2024.
Começou a jogar tênis inspirado pelo irmão e deixou casa aos 13 anos para treinar na Flórida. Canhoto, tem o drop shot como golpe favorito e prefere o saibro. Idolatra Rafael Nadal, gosta de nadar e de futebol, torcendo para o Everton de Viña del Mar e Alexis Sánchez.
CRISTIAN GARÍN (CHI)
Ranking atual: 82º
Garín é campeão de cinco títulos de ATP Tour, com destaque para o Rio Open 2020, quando venceu Gianluca Mager na final e levantou seu maior troféu em um ATP 500 – e encerrou a temporada de 2021 no melhor ranking da carreira, nº 17. Em 2019, salvou cinco match points contra Jeremy Chardy para conquistar o título de Houston e outros dois contra o nº 3 do mundo Alexander Zverev no caminho até o título de Munique. Alcançou sua primeira quartas de final de Grand Slam em Wimbledon 2022 e chegou às quartas de final de Masters 1000 em Paris 2019, Madri 2021 e Roma 2022.
Começou a jogar tênis aos 5 anos com o pai. Tem a quadra dura como superfície favorita e o forehand como golpe preferido. Cresceu idolatrando Roger Federer, Carlos Moyá, Marat Safin e Guillermo Coria. Fora das quadras, gosta de assistir a jogos da NBA e de passar tempo com os amigos.
JUAN MANUEL CERÚNDOLO (ARG)
Ranking atual: 83º
Ex-Top 10 do ranking juvenil, Juan Manuel Cerúndolo teve uma ascensão meteórica no circuito profissional ao conquistar um título de ATP Tour logo em sua estreia, aos 19 anos. Alcançou o melhor ranking da carreira, nº 79, em janeiro de 2022, impulsionado por uma temporada de 2021 em que venceu três títulos de Challenger em cinco finais. No mesmo ano, protagonizou uma campanha histórica ao sair do qualifying, vencer oito partidas em nove dias e conquistar o título de Córdoba em sua estreia no ATP Tour, aos 19 anos, então como nº 335 do mundo. Soma 140 vitórias e 75 derrotas no circuito Challenger.
Começou a jogar tênis aos 3 anos e vem de família de esportistas. Seu pai Alejandro é ex-tenista profissional nos anos 1980, seu irmão Francisco também é tenista, e sua irmã Maria Constanza é campeã no hóquei sobre grama. Inspirou-se em Rafael Nadal pela forma como luta por cada bola. Prefere o saibro e tem o forehand como golpe favorito.
EMÍLIO NAVA (USA)
Ranking atual: 89º
Nava conquistou seu primeiro ponto no ranking profissional aos 16 anos, em 2018, e entrou no Top 200 em agosto de 2022. A progressão seguiu em 2025, quando rompeu o Top 100 em setembro e atingiu o melhor ranking da carreira, nº 88, em novembro. Naquele ano, viveu a fase mais consistente no circuito Challenger, emplacando uma sequência de 19 vitórias consecutivas e conquistando os títulos de Assunção, Concepción e Sarasota, antes de chegar à final de Tallahassee. No juvenil, foi duas vezes vice-campeão de simples e duas de duplas em Grand Slams, encerrando a categoria como finalista do US Open 2019 e do Australian Open 2019.
Treinou por cerca de quatro anos na Academia Equelite, de Juan Carlos Ferrero, na Espanha, até o fim de 2023. Filho de uma ex-jogadora Top 300 da WTA e de um ex-atleta de atletismo, começou no tênis ao lado dos irmãos, conciliando a prática com o atletismo, esporte que moldou sua resistência física. Prefere quadras duras, tem o forehand inside-out como golpe favorito e é fã de David Ferrer.
LASLO DJERE (SRB)
Ranking atual: 91º
Ex-nº 3 do mundo no ranking juvenil, Laslo Djere alcançou o melhor ranking da carreira, nº 27, em junho de 2019, após conquistar seu primeiro título de ATP no Rio Open. No ano seguinte, conquistou o segundo título da carreira em Sardenha 2020, derrotando o compatriota Dusan Lajovic no caminho. Em 2022, chegou à final de no ATP 250 de Winston-Salem, somando cinco vitórias e cinco tie-breaks na campanha. Em 2023, obteve a maior vitória da carreira ao derrotar o então nº 3 do mundo Casper Ruud em Auckland. Em 2025, levantou o terceiro título de ATP Tour, em Santiago, superando os ex-campeões Pedro Martínez e Sebastián Báez.
Djere começou a jogar tênis aos 5 anos, acompanhando seu pai nas aulas. Filho de Caba e Hajnalka, falecidos em decorrência de câncer, dedica especial atenção à irmã mais nova, Judit. Prefere o saibro, tem o forehand como golpe favorito, torce para o Chicago Bulls e o Seattle Seahawks, e cita Roddick, Hewitt e Djokovic como ídolos.
CARLOS TABERNER (ESP)
Ranking atual: 99º
Começou a ganhar destaque no circuito profissional ao entrar no Top 200 em 2017, aos 20 anos, após disputar finais consecutivas de Challenger em Banja Luka e Sibiu. Em 2018, conquistou sua primeira vitória em nível ATP Tour em Montpellier e também se classificou para Roland Garros pela primeira vez. Em 2020, venceu seu primeiro título de Challenger em Iași, iniciando uma sequência de nove títulos na categoria. A regularidade o levou ao Top 100 em outubro de 2021. Ainda em 2021, avançou às primeiras quartas de final de ATP Tour em Astana e voltou a passar pelo qualifying de Roland Garros. Em 2025, obteve a maior vitória da carreira ao derrotar o nº 19 Francisco Cerúndolo em uma maratona de 3h21min rumo à sua primeira final de ATP Tour, em Umag, alcançando o melhor ranking da carreira, nº 83.
Começou a jogar tênis aos 8 anos e tem o saibro como superfície favorita, com o forehand como principal golpe. Cresceu idolatrando David Ferrer e afirma que, se não fosse tenista, teria seguido carreira no futebol. Torcedor do clube espanhol Levante.
IGNACIO BUSE (PER)
Ranking atual: 100º
Ex-Top 10 do ranking juvenil, Ignacio Buse estreou em nível ATP pela Copa Davis, vencendo Budkov Kjaer em 2023 e o nº 20 do mundo Nicolás Jarry em 2024, a maior vitória da carreira. Em 2025, viveu seu melhor momento ao avançar à primeira semifinal de ATP Tour, em Gstaad, conquistar o título do Challenger de Sevilha e alcançar o melhor ranking da carreira, nº 99. Também se classificou para a chave principal do US Open, tornando-se o quarto peruano neste século a disputar um Grand Slam.
Filho do treinador Hans, Buse cresceu no Country Club de Villa, no Peru, e começou a jogar tênis aos dois ou três anos. Treina sob supervisão de Juan Lizariturry e tem como mentor o campeão de Roland Garros 2002, Albert Costa. Considera Roger Federer e Carlos Alcaraz suas principais inspirações.
VIT KOPRIVA (CZE)
Ranking atual: 101º
Conquistou seu primeiro ponto no ranking profissional aos 18 anos, em 2015, entrou no Top 500 em 2016 e no Top 200 em 2021. No mesmo ano, chamou atenção ao alcançar a semifinal de Gstaad 2021 como qualifier e nº 249 do mundo, tornando-se apenas o segundo jogador desde 2012 a chegar à semifinal de um torneio ATP Tour em sua estreia em chave principal. Na campanha, derrotou o nº 10 do mundo Denis Shapovalov, tornando-se o jogador de ranking mais baixo a vencer um Top 10 desde 2017. A progressão seguiu no circuito Challenger, onde soma 152 vitórias e 108 derrotas, com títulos em Prostějov (2022), Verona e Tulln (2023), Szczecin e Lima-2 (2024) e Nápoles (2025). Em abril de 2025, entrou no Top 100 e atingiu o melhor ranking da carreira, nº 78, após vencer sua primeira partida de Grand Slam em Roland Garros, contra Thiago Monteiro.
Tem o backhand como golpe favorito, prefere jogar no saibro e sua cidade preferida no circuito é Prostějov, sua cidade natal. Fã declarado de Roger Federer, também gosta de futebol e hóquei no gelo.